terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Tâmaras de Verão

Viste a relva clara, que cobre o campo verde?
No verão, tão pálido e triste, virtuoso!
Neste campo vivo, tão vivo às lembranças.
Que outrora fora polida, no vento calmo dessa instância.
Tenra com a polpa firme colhe as Tâmaras
Enquanto é dia
Enquanto instigas, essa anciã de viver
Colhe as noites, na relva dessas folhas

Tão seca e frágeis, que com um sopro.
Desfazem-se, virando pó
Mas dante come as Tâmaras
regojiza, esse belo plantio, pois 
Ao pó, sempre retornaremos, no chão dessa instância.




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